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Mães mais que [im]perfeitas

Pai [im]perfeito - O pai da Matilde

A nossa rubrica some e segue, desta vez o meu convidado é o autor do blog O pai da Matilde  e a princesa tem agora 4 anos.

Desde já muito obrigada pelo teu testemunho 

 

1. O que é para ti a paternidade?

A paternidade para mim é uma partilha e uma aprendizagem constantes com uma pessoa que depende de nós e que temos a responsabilidade e o dever de educar e amar.

 

2. Como te caracterizas como pai?

Penso que posso afirmar que sou um pai atencioso, carinhoso, presente e paciente.

 

3. Enquanto pai de uma menina de 4 anos, qual o maior desafio até hoje?

Os desafios são diários e os maiores estão sempre relacionados com a segurança da Matilde a todos os níveis: a nível de saúde, físico e emocional. O desafio é tentar sempre ser o melhor pai possível e tomar as melhores decisões, espero que as decisões que vou tomando sejam as melhores e que ela se sinta feliz.

 

4. Quais as lições mais importantes que retiras destes 4 anos com a Matilde?

A lição mais importante está relacionada com a confirmação de que o amor incondicional existe.

 

5. Quais os teus maiores receios enquanto pai/homem?

Os meus receios estão relacionados com os meus desafios e os receios maiores são com a segurança afetiva, física e emocional da Matilde. Espero que ela se torne um ser humano independente, carinhoso, bom e feliz, e acima de tudo, que eu a ajude a delinear o seu caminho. Digo-lhe muitas vezes que ela pode ser aquilo que quiser, e que vou estar sempre ao seu lado para me assegurar que ela consegue.

 

6. Qual consideras a tua maior qualidade e o teu maior defeito enquanto pai?

Pergunta difícil e talvez eu não seja a pessoa indicada para a responder. Mas talvez seja o facto de ser um pai presente, às vezes até demasiado ,segundo a mãe, que gostava que ela fosse mais menina da mamã. :)

 

7. No teu blog tens a seguinte frase "A história do teu nascimento foi uma história difícil" posso perguntar porquê?

Porque foi uma gravidez de risco com as implicações que a mesma enceta.

 

8. No dia em que a tua esposa te disse "Estou grávida" - como recordas esse dia e como te foi dada a notícia?

Lembro-me perfeitamente desse dia e foi uma felicidade tremenda, quando recebes essa notícia muda logo algo em ti. Como fazíamos sempre o teste em conjunto soubemos ao mesmo tempo. Nunca perdi umas análises, uma consulta, uma ecografia, estive sempre presente em todos os momentos, quer da gravidez, quer após a Matilde ter nascido.

 

9. O dia do nascimento da Matilde (tendo em conta que assististe à cesariana) como foi e como descreves a experiência?

Foi mágico, no blog explico o que senti e o porquê de considerar o melhor dia da minha vida.

 

10. Ser pai é...

A melhor coisa que existe.

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Pai [im]perfeito - João

Num blogue para mães achei bastante importante que se desse alguma atenção e cuidado aos papás uma vez que também eles desempenham um papel importantíssimo no crescimento e desenvolvimento das crianças não só a nível físico como emocional.

A minha primeira entrevista foi feita ao João que tem 36 anos e é pai de uma linda princesinha de 4 anos.

O que é para ti a paternidade?

J: Para mim, é difícil responder a esta pergunta sem recorrer a uma definição da palavra, mas posso tentar explicar como me sinto como pai que é mais fácil. Ser pai foi, é e acho que irá continuar a ser a maior surpresa da minha vida. Surpresa pela positiva e por vezes pela negativa, pois nem tudo são rosas no dia a dia de pai e filhos. Essas surpresas diárias e a forma como lidamos com elas são uma fonte de aprendizagem mútua. Por isso resumindo, a paternidade é amor e aprendizagem todos os dias do resto das nossas vidas.

 

Como te caracterizas como pai?

J: A palavra que melhor me caracteriza como pai é "Presente"! Não presente de natal ou de aniversário, mas sim presente de estar e querer sempre estar presente em tudo o que, como pai, me seja permitido estar. Sim, porque acho que não temos de saber de tudo nem de interferir em tudo na vida dos nossos filhos, limitando assim as suas decisões e autenticidade do caráter.

 

Enquanto pai de uma menina de 4 anos, qual o maior desafio até hoje?

J: O maior desafio foi lidar com pequenos problemas detetados na L. à nascença, mas que com amor e dedicação minha e principalmente da mãe foram ultrapassados quer fisicamente quer psicologicamente e hoje olho para trás e não me arrependo de nada do que fizemos nessa fase.

 

Quais as lições mais importantes que retiras destes 4 anos com a L.?

J: A maior lição que estes 4 anos de L. me ensinaram foi que as coisas mais simples da vida são na verdade as mais importantes e as que temos de aproveitar ao máximo.

 

Quais os teus maiores receios enquanto pai/homem?

J: O meu maior receio enquanto pai de uma menina é que o mundo não evolua o suficiente para que a L. não sofra com a distinção que o mundo faz entre géneros, credos e raças.

 

Qual consideras a tua maior qualidade e o teu maior defeito enquanto pai?

J: Como qualidade o facto de gostar de estar todo o tempo que me seja possível com a minha filha.

Como defeito algum excesso de proteção, que acaba por acontecer mesmo que saiba que posso não estar a fazer o mais correto. Coisas de pai de menina!

 

Qual foi o momento mais difícil destes 4 anos como pai?

J: Como já tinha dito mais acima, lidar com os pequenos problemas que a L. tinha quando nasceu, mas que graças a Deus conseguiu ultrapassar.

 

No dia em que a tua esposa te disse "Estou grávida" - como recordas esse dia e como te foi dada a notícia?

J: Foi um dia surreal a nível profissional e quando me foi dada a notícia (por telefone) ainda estava a trabalhar. Prometi a mim mesmo, a partir de agora o trabalho desceu mais um patamar em termos de nível de importância na minha gestão de tempo diário.

 

O dia do nascimento da L., como foi e como descreves a experiência?

J: A palavra que encontro para definir o nascimento da minha filha, que assisti e aumentou o respeito que tenho pelas mulheres, e em particular pela minha, é "INTENSO".

 

Ser pai é... A única "profissão" da qual sei que nunca me vou demitir!

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 Obrigada João e que a tua pequena L. cresca linda e cheia de saúde.

 

As mães [Im]perfeitas - apresentação

Caracol

Porque me meti nisto? Bom, para já porque me pareceu interessante.

Verdade que já tenho um blogue, mas não menos verdade que lá partilho questões menos sérias. São desabafos, frustrações em forma de prosa, com mais ou menos humor, que isso é relativo. Embora eu ache que tenho imensa graça. Vá, pronto, não imensa, só alguma. Um niquito só.

Já por diversas vezes pensei em escrever mais sobre a maternidade, partilhar experiências, contar como foi, o que fiz e porque me pareceu mais adequado. Mas depois... Depois, abria o blogue e apetecia-me rir. Pronto, está dito A Caracol é uma casa de paródia. Verdade, eu assumo. Tenho algumas salas mais sérias, como o Mães (Im) Perfeitas (que agora passará para aqui) e o n'A Óptica do Utilizador, com alguns, ainda poucos, conselhos sobre ótica. Se tirarmos isso, aquilo não passa de parvoeira. Assim no geral, que não esquisita na parvoíce.

Daí fazer-me todo o sentido escrever aqui. Porque aqui ninguém vai querer saber que atropelei um BMW quando devia estar a abrir a loja, mas se calhar vão identificar-se com quem chegou quase com o filho ao colo ao hospital. Já me estou a alongar, não já? Acho que também não restam muitas dúvidas sobre a minha pessoa, mas cá fica uma apresentação como deve ser: Caracol a destrambelhada, que também é mãe de um e tem a mania que é blogger nas horas vagas. Prazer.

Pronto, já está!

 

Ana Rita

Mais um blog para que Rita? Olha, porque sim!! Porque acho que mais um blog sobre maternidade nunca é de mais e porque cada vez mais há a procura de respostas não só verbalmente como em sites e blogs. A maternidade/paternidade tem mil e uma questãos com outras mil e uma respostas e opiniões, não há duas crianças iguais.

Sou a Ana Rita e também tenho um blog pessoal onde debito um pouco de tudo e de nada, onde escrevo as minhas aventuras diárias, as minhas bacoradas, as bacoradas dos outros e tudo aquilo que me vem à cabeça sem filtros praticamente nenhuns. Esta mesma Ana Rita é mãe de um piratinha de 3 anos que lhe dá cá umas trabalheiras...ai ai. Sou um tudo ou nada despistada, também um pouco a modos que destrambelhada como a Caracol e acho que a junção destas 4 mamãs é uma ideia fantabulástica. 

A ideia será algo mais sério, mais focado nas dúvidas e nas preocupações que todas nós mamãs e também os papás têm durante o crescimento e desenvolvimento dos pequerruchos, porque nem só dos primeiros anos de vida a maternidade é feita.

Txarã aqui estou eu!! 

 

FatiaMor

Existem tantas visões sobre a maternidade como existem mães no mundo... São "mais que as mães", claramente! E por isso, do cruzamento das diferentes formas de ser e estar na maternidade cria-se um rede de partilhas, de histórias, de conquistas e também de batalhas perdidas, que nos fazem ver que somos tal e qual a mãe do lado. Bom Fatia, então em que ficamos? Somos iguais ou somos diferentes? - dirão vocês, futuros leitores, devotos e assíduos deste fantástico blog.

Diria que somos diferentes nas posturas (até de filho para filho!), mas iguais no amor! E por isso, aqui estamos nós - euzinha incluída com a minha vasta experiência na maternidade (gaba-te cesto que vais à vindima) - para contribuirmos para a desde já louca, confusa, crítica, desafiadora, noção de maternidade moderna!

Para aqueles que não me conhecem (como se isso fosse possível! ok! até é possível... para aí para 7 mil milhões de pessoas no mundo!) sou a FatiaMor e já tive o prazer de me fatiar três vezes (dito assim... bom, passa!). Dona de um blog imperdível sobre maternidade (#sóquenão), fui aliciada pela menina ali de cima (a primeira de todas) para vir debitar mais algumas coisas sobre esta coisa de ser mãe. Eu que me assumo a pior mãe do mundo, só podia vir parar a um blog para mães mais que (im)perfeitas! 

Espero que gostem! (se não gostarem, olhem, comem menos, pode ser?)

 

 A Bruxinha

Ora vamos lá começar que já se faz tarde. Eu sou a Bruxinha, sou mãe de dois rapazes, estou feita ao bife, só homens! Aceitei este desafio, não por ser uma escritora nata, mas sim por gostar de partilhar as aventuras desta aventura de ser mãe. :) Podia prolongar este texto, podia! Mas...tenho aqui o mai novo, a chamar por mim. Tem 2 meses, mas "chama" muito bem MAEEEEEE!

Fui.... :)

 

 

Header original da Mula com ilustrações de Inslee Haynes e Emily Donald

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