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Mães mais que [im]perfeitas

A mãe também chora!

Quantas vezes chorei, quantas vezes senti que não estava à altura do enorme desafio que é a maternidade.

 

Quantas vezes a olhar para o berço e a vê-lo dormir me perguntei se seria capaz de o educar e de o preparar para a loucura que é o mundo.

Quantas vezes quis que este ou aquele momento fossem para sempre.

 

Como desejo que o tempo pare e que ele seja para sempre pequeno.

Que ele continue a dar abraços apertados e beijinhos até doer a cara.

 

Ser mãe torna-nos mais sensíveis e mais fortes ao mesmo tempo.

Dá nos uma percepção diferente da vida, muda-nos hábitos e prioridades.

Torna-nos mais agarrados a momentos e menos ligadas aos bens materiais.

 

Acima de tudo a maternidade torna-nos mais bonitas por fora e por dentro.

Torna-nos mais completas mas também mais inseguras de nós próprias.

 

Quantas vezes estamos rodeadas de gente e nos sentimos completamente sozinhas, desamparadas e postas de parte?

 

Quantas vezes precisávamos, e ainda precisamos, de um pouco de atenção?

 

Quantas vezes também nós precisamos de colo e carinho?

 

Somos mães, somos mulheres, somos esposas e somos profissionais.

 

Mas a cima de tudo somos humanas!

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Eles, nós e o sono

Eles e nós pais 😴 uma das coisas que mais nos prejudicam física e psicologicamente é a privação do sono.

Quando não temos filhos temos a teoria que vamos pôr os pequenotes a dormir no quarto deles com 6 meses ou 1 ano.

Isso é muito bonito quando a criança dorme algumas horas seguidas e não acorda de 30 em 30 minutos ou menos até.

Não há uma idade certa para fazer a transição do nosso quarto para o deles‼️ É verdade mamãs e papás a transição deve ser feita quando os pais acharem que têm que ser, porque é melhor dormirem todos uma noite descansada do que andarem a arrastar-se e a desgastarem-se dia após dia porque a criança só dorme se for na cama ou no quarto dos pais.

A privação do sono vai afetar não só a vida profissional, pois o cérebro está cansado e o rendimento é pouco ou nenhum, como tem um impacto brutal na vida pessoal.

 

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|| Desafio || O meu parto

Olá mamãs, temos andado um pouco ausentes eu sei mas numa tentativa de colocar este blog a mexer gostava de vos desafiar - vá, não custa nada.

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 E aqui o que peço é que nos contem na primeira ou na segunda pessoa a vossa experiência do nascimento dos vossos filhos - sem floreados ou palavras bonitas - porque todas sabemos que dói (e muito).

 

 Enviem as vossas histórias e testemunhos para anamendes_10@hotmail.com ou maesmaisqueimperfeitas@sapo.pt esperamos por vocês e pelas vossas "aventuras".

 

Baixa por assistência aos filhos

Olá a todos, hoje venho falar-vos de algo bastante importante e que normalmente não há grande informação.

A baixa por assistência aos filhos é atribuída aos pais que necessitam de se ausentar do local de trabalho para prestar a devida assistência aos filhos em caso de doença ou acidente.

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Quando se opta por este tipo de baixa, a mesma é passada pelo médico de família e deve indicar o período de dias de assistência.

O pagamento da mesma é feito a 65% e para calcular deve dividir-se o total das remunerações dos primeiros seis meses civis por 180 - não contabilizando subsidio de ferias e natal.

 

A baixa médica para assistência a filhos pode durar até 30 dias por ano, sejam eles tirados de forma seguida ou alternada, mas este número pode variar consoante a idade do menor.
  • Para filhos menores de 12 anos: a baixa é de 30 dias seguidos ou alternados.
  • Para filhos maiores de 12 anos: a baixa é de 15 dias seguidos os alternados.

 

Só terá direito a esta baixa quem cumprir os seguintes requisitos:

  • Não ter dívidas à Segurança Social
  • Exercer uma actividade profissional
  • Ter no mínimo 6 meses de descontos para a Segurança Social

Informação retirada daqui.

Baby blues e Depressão Pós parto - Por: Ana Vale

Olá mamãs, hoje trago-vos a segunda parte do texto da Ana Vale que fala sobre a Depressão pós-parto.

Para quem não teve hipotese ou não viu - aqui está a primeira parte do texto.

 

Depressão-Pós-Parto-Causas-Sintomas-e-Tratamento

(Imagem retirada da Internet)

 

 A Depressão pós-parto é um problema sério que não deve ser ignorado ou menosprezado. De acordo com dados da Direcção-Geral de saúde acomete cerca de 12% a 16% das mulheres que são mães, levando a uma série de consequências para a mulher, casal e restante família a nível biopsicossocial.

No entanto, nem sempre é fácil para muitos distinguir entre Baby Blues e Depressão pós-parto. No início, uma depressão pós-parto pode ser semelhante ao Baby Blues. Afinal, ambas as situações partilham muitos sinais e sintomas, incluindo as alterações do humor, choro frequente, tristeza, insónia e irritabilidade.

A diferença está na severidade e maior duração da sintomatologia no caso da depressão pós parto. Exemplo de alguns sinais e sintomas típicos e que predominam aquando da presença de uma depressão pós-parto são:

 

 

 Falta de interesse/Interesse excessivo pelo bebé;

 Sentimentos negativos para com o bebé;

 Grande preocupação relativamente à incapacidade de cuidar do bebé;

 Falta de interesse em relação a si própria;

 Falta de energia e motivação;

 Tendência para o isolamento social, demonstrando pouca ou nula vontade em estar com a família e amigos;

 Sentimentos de inutilidade e culpa face ao seu papel materno;

 Alterações significativas de apetite e/ou peso;

 Dormir muito mais ou muito menos do que o habitual;

 Pensamentos recorrentes de morte, suicídio, e/ou uma grande vontade de fazer mal ao bebé.

 

Tal como relata a Maria, familiar de uma mulher que desenvolveu uma depressão pós-parto, e que partilhou a sua experiência connosco, a cunhada que há poucos dias tinha sido mãe “veio para casa e não olhava sequer para o bebe”, o que fez com que a Maria e a sua Mãe (a avó do bebé), na época, tivessem de se ter responsabilizado pelos cuidados ao respectivo, dado que a mãe não se encontrava em condições para tal.

A depressão pós-parto surge normalmente pouco depois do nascimento do bebé e desenvolve-se num período de vários meses, podendo ocorrer ao longo da gravidez até um ano após o parto. Tal como aconteceu com a Ana, uma leitora assídua do nosso blogue e que partilhou connosco a sua história:

“O ponto de ruptura foi perceber que passados 2 meses eu continuava a abanar a minha filha, gritava com ela com frequência, cheguei a gritar que a detestava. A seguir chorava imenso pelo mal que sabia que lhe estava a fazer, que ela não tinha culpa nenhuma. Custou-me muito admitir que fazia isto à minha filha, custou-me admitir a mim mesma, ao meu marido, ao resto das pessoas. Pensei que iria conseguir ultrapassar sozinha, mas não consegui. Decidi pedir ajuda médica e foi me diagnosticada depressão pós-parto.”

No entanto, em algumas mulheres os primeiros sinais só se tornam mais evidentes após vários meses de terem sido mães. Tal como aconteceu com a Joana, uma das leitoras do blogue que partilhou connosco a sua história referindo que

“A depressão começou a instalar-se e eu não me apercebi, até ao dia que a médica me pergunta se ele me ajudava comas tarefas e eu desato num pranto. Tinha o meu filho seis meses quando comecei a tomar anti depressivos”.

Para além disso, as causas da depressão pós-parto ainda permanecem pouco claras, contudo, são apontadas vários tipos de alterações a nível físico, psicológico e social.

FIM

 

Resta-me desde já agradecer á Ana Vale pela sua disponibilidade e ajuda neste campo do Baby Blues e Depressão pós parto - um tema tão importante e ainda tão pouco aprofundado.

 

Moda mamã - porque as mamãs também andam na moda

Olá mamãs, quem é que disse que ser mamã é sinónimo de não estar na moda?

Quando estamos grávidas é a única altura em que ter barriga é sinónimo de beleza por isso toca a aproveitar.

Deixo-vos aqui algumas ideias de peças bonitas, acessíveis e bastante fashion:

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 Camisola de amamentação - 19,99€ (H&M)

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 Camisola Decote em V - 14,99 (H&M)

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 Calças ganga grávida 16,09€ (Verbaudet)

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 Calças ganga cinza-claro - 22,99€ (Verbaudet)

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 Vestido pré-mamã - 19,99€ (H&M)

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 Vestido mesclado grávida - 24,99€ (H&M)

Vestido efeito ganga gravidez/amanetação - 17,99€ (Verbaudet)

Vestido grávida em camurça perfurada castanho-caro - 18,99€ (Verbaudet)

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 Leggins pré-mamã - 9,99€ (H&M)

 

 Soutien de amamentação Pack 2 - 19,99€ (H&M)

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 Vestido em malha - 29,99€ (H&M)

 

Baby blues e Depressão Pós parto - Por: Ana Vale

Lançámos o desafio à Ana Vale do blog Mulher, filha & Mãe para que ela nos desse mais algumas luzes das diferenças entre Baby Blues e Depressão Pós Parto.

Para que o texto seja mais leve e fácil de assimilar decidi repatrtir em duas pertes distintas:

 

  • Baby Blues - dia 20-12
  • Depressão Pós Parto - dia 27-12

Espero que gostem e que seja útil.

 

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 (Imagem retirada da Internet)

 Como tenho vindo a falar consecutivamente, existe um momento após o parto que pode vir a ser muito stressante, não só para a mãe, como para o pai, casal, e toda a família e amigos presentes.

A verdade é que ter um filho constitui-se, por si só, uma fase de transição para a mãe e restante família, uma vez que no geral todos acabam por ter de desenvolver e integrar um novo papel nas suas vidas: o de mãe, o de pai, o de avó, o de avô, o de tia, etc.

Não interessa o quanto se desejou este momento ou o quanto se ama esse filho. Tê-lo, pode também fazer chegar um momento menos esperado por todos, mais complexo e complicado de se lidar como o Baby blues, ou num pior cenário, a Depressão pós-parto.

 

Baby Blues Já falámos muito sobre este tema e iremos continuar a falar muito mais!

 

Acabam de ter o vosso filho e de acordo com o que é transmitido no geral, verbal e não verbalmente, é suposto que a celebração da chegada deste novo membro da família com os nossos amigos e família, seja uma máxima predominantemente, feliz.

Mas ao contrário de grandes festejos, muitas vezes só apetece chorar e isolar-se dos que a rodeiam (por exemplo). Muitos casais estão preparados para a alegria e celebração relativa ao nascimento de um filho, e não para a exaustão, ansiedade e choro que poderá também, caracterizar este período.

E embora muitos casais possam não estar preparados, estas repentinas e frequentes mudanças de humor são comuns (especialmente) nas mães que o foram muito recentemente. O Baby blues, que muitos também denominam por blues pós-parto, ou por melancolia/tristeza pós-parto não tem ainda uma tradução consensual. Tratase de uma condição benigna que se inicia nos primeiros dias após o parto, com duração de alguns dias a poucas semanas. É de leve intensidade e não requer, normalmente, o uso de medicação. De acordo com o descrito na literatura inicia-se cerca de 2 a 5 dias após o parto, tendo muitas vezes aqui o seu pico, podendo durar até 10 dias e/ou duas semanas, no máximo.

Uma das leitoras do blogue ao partilhar a sua história refere exatamente quando começou a sentir que algo não estava bem consigo. A Dora refere que ainda em internamento não aguentou a angústia que sentia e desatou a chorar, aparentemente sem motivo. Num pedaço da história que me escreveu referiu que “No terceiro e último dia de internamento não aguentei mais, tive uma senhora crise de choro, chorei desesperadamente sem saber porquê”.

Algo que acontece com muita frequência. O Blues pós-parto é uma fase descrita por muitos clínicos como de ‘perfeitamente natural’, uma vez que se revela expectável face ao momento de reajuste parental e familiar característico do momento. Contudo, se os sintomas não desaparecem após algumas semanas ou se se intensificam, poderá estar a desenvolver-se, num pior cenário, uma depressão pós-parto.

Estima-se que cerca de 20% das mulheres com Blues pós-parto, venha a desenvolver uma depressão pós-parto. Ou seja, só por aqui conseguimos compreender o quão importante é estarmos alerta para este estado, mesmo sendo considerado como de “expectável”, não se constituindo uma perturbação com necessidade de tratamento médico.

A grande maioria das mães numa fase recente da maternidade experimenta pelo menos alguns sintomas decorrentes deste, nomeadamente, crises de choro e/ou grande euforia repentinas, sensação de angústia, dificuldade em dormir (mesmo quando há possibilidade para o fazer), irritabilidade frequente, alterações do apetite, necessidade de isolamento social e problemas de concentração. Para terem uma noção, entre as mulheres que acabam de ser mães, aproximadamente 60% experiencia esta condição após o parto de acordo com dados lançados pela Direcção-Geral da saúde.

Com apoio familiar e profissional adequado, a mãe (que tem maior probabilidade de desenvolver este tipo de afeção do que o pai, embora existam atualmente alguns pais que também a desenvolvam), poderá voltar com confiança ao seu papel maternal. Aqui, o apoio e compreensão por parte do companheiro que está próximo da recém-mãe é fundamental!

Algo que é visivelmente asseverado pela Ana, uma leitora do blogue que decidiu partilhar connosco um pedaço da sua história e que relata que “tinha vergonha de dizer a alguém que não estava a aguentar, afinal, tínhamos tudo para estar felizes, uma bebé saudável que dormia e comia bem, condições sociais e económicas fora de serie. Não tinha coragem de falar sequer nisso, com pessoas que eu sabia terem passado bem pior que eu. Quando falei, comecei por minimizar os sintomas, mais uma vez por vergonha e por medo de me rotularem má mãe. Já estava no ponto de rotura e ainda assim não queria expor a verdadeira dimensão da depressão. Com tratamento, que ainda continua, melhorei e estou no bom caminho. Fui eu que em última instância desvalorizei a minha depressão. Aqui o papel do pai, dos avós, do círculo mais chegado foi muito importante para me tirar da espiral descendente. Estarmos todos bem informados e preparados, porque acontece (e não é raro), é essencial.”

Contudo, e caso se identifiquem com esta realidade que descrevo, convém estarem atentos ao tempo que este período predomina nas vossas vidas. Isto, pois se demorar mais do que 2-4 semanas, e/ou se os sintomas acima descritos forem intensificando/piorando, então convém procurar apoio especializado pois poderão estar perante uma Depressão pós-parto. Este tipo de depressão pode interferir não só com o bem-estar maternal/parental/casal, como com a capacidade para os últimos cuidarem do bebé, sendo por isso, extremamente importante que se tenha ajuda imediata.

 

Obrigada desde já à Ana 

 

Fashion for mammy - conforto II

Olá mamãs, esta semana venho ligeiramente atrasada mas cá estou para vos dar mais algumas dicas de acessórios para durante a gravidez e no pós-parto.

 

Meias de descanso são uma grande ajuda sobretudo para as mamãs que passam horas em pé e mesmo para as que estão sentadas pois proporciona sustentação à barriga. Também ajudam imenso no que toca ao conforto durante o dia pois aliviam as dores ligeiras sem qualquer grau de doença, como pernas pesadas e retenção de líquidos.

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Almofada de amamentação este acessório é bastante versátil e útil não só após o nascimento do bebé mas mesmo no durante e final da gravidez. No meu caso usei bastante a minha nos finalmente da gravidez como apoio de barriga durante a noite. 

Após o nascimento do bebé é útil não só durante a amamentação mas mesmo quando o bebé tem 1/2 meses para sentar o bebé. Para o meu pequeno foi uma das maneiras que encontrei de o manter e ensinar a sentar-se e ele adorava!

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 Leggigs de grávida em qualquer altura e em qualquer estação estas meninas vieram, viram e venceram. São um acessório que fornece o conforto da legging mais a faixa da barriga que ajuda a suportar o peso.Há para todos os gostos, feitios e tamanhos.

Num guarda roupa pré mamã são uma peça quase obrigatória e combinam com tudo. 

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Cinta pós parto com colchetes é essencial para quem quer voltar rapidamente à forma inicial. No meu caso tinha a cinta tubular que era bastante desconfortável e magoava-me imenso e por isso após algumas semanas apresentaram-me este modelo que é muito mais confortável e faz o mesmo efeito sem o desconforto da tubular.

Esta cinta vai-se ajuntando conforme a barriga vai voltando ao lugar e como não tem nem velcro nem a parte rígida acaba por ser mais confortável e mais discreta.

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Estas são as quatro peças que vos aconselho e que acho que são de enorme utilidade não só durante a gravidez mas após a mesma.

 

Fashion for mammy - conforto em primeiro lugar

Quando se está gravida é talvez a única altura em que gordura é sinónimo de formosura. Cada corpo é um corpo e todas sabemos que se a moda e o conforto puderem andar de mão dada melhor.

Hoje foco me em três peças essenciais ao conforto da grávida e que confesso, para mim fizeram milagres.

Começo por vos falar de soutiens, esta peça é essencial há vida da gravida pois não só sustenta o peito que está sensível como nos proporciona conforto. Sim esta peça essencialmente deve estar adequada ao tamanho e proporção da mama. Porque não há nada pior que passar um dia inteiro com as meninas em agonia (muito menos durante a gravidez). Na minha encontrei uns soutiens sem aros que me salvaram a vida pois, tenho um peito pequeno e em gravida era só vê-lo crescer. Tem 2 vantagens, uma não tem aros logo não criam o mau estar dos ferros a apertar a mama e tornam se mais flexíveis logo, duram mais tempo. Também os há já adaptados para a altura da amamentação o que faz com que se consiga ter o melhor dos dois mundos, um soutien que sustenta e que não dificulta a tarefa de amamentar. Eu fiquei fã!

A segunda peça que destaco é as cuecas subidas. São super confortáveis para a altura em que a barriga já pesa e que nos tornamos intimas da casa de banho (raio dos putos que andam por aqui a apertar a bexiga de uma gaja). Eu usei bastante e existem vários modelos e várias marcas. As minhas duraram até ao pós parto e ainda as usei quando usava a cinta pois como são mais altas protegiam a minha pele do tecido mais agressivo e do velcro que magoa imenso nas primeiras utilizações.

Terceira peça que destaco a faixa de sustentação. Para quem trabalha de pé ou sentada (o meu caso) foi uma grande ajuda pois ajuda a sustentar o peso da barriga à frente e também auxilia na postura pois abarca toda a zona lombar. Para mim foi uma preciosa amiga desde os 5 meses até ao fim. Como é ajustável, cada uma pode adaptar ao crescimento da barriguita. A nível de conforto, estes foram as 3 peças que destaco e que aconselho vivamente. Para mim foram essenciais ao meu conforto e bem estar.

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Header original da Mula com ilustrações de Inslee Haynes e Emily Donald

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