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Mães mais que [im]perfeitas

|| Quando nos esquecemos deles ||

Olá mamãs 💋 hoje vou falar-vos de algo que afecta bastante o casamento após a maternidade.

Quando o bebé nasce, nasce com ele algo que se chama instinto materno. Este não se explica e não se define. Durante os primeiros meses a 1 ano temos a tendência de nos focar única e exclusivamente nas necessidades dos nossos filhos - alimentação, roupa, casa limpa e toda uma panóplia de tarefas inteiramente ligadas ao bem estar e conforto dos bebés.

No meio desta azáfama toda esquecemos nos de dar atenção aos papás. Eles que são uma parte tão importante na nossa vida e na vida dos nossos filhos e nós tantas vezes nos esquecemos que eles também precisam de nós.

E não estou a falar só a nível sexual, porque apesar de o sexo ser uma parte muito importante na vida do casal também a atenção e o carinho o são.

Quando eles chegam do trabalho e nós, fartas de estar sozinhas em casa com o bebé literalmente bombardeamos os nossos homens com as nossas próprias frustrações e esquecemos nos que eles também têm as deles e que as colocam muitas vezes de lado para não nos preocupar ou porque "hormonas".

Esta falta de atenção ou de um gesto carinhoso afeta é cria fendas muito profundas num relacionamento. Da minha experiência pessoal os dois maiores desafios ao casamento são o desemprego e o primeiro filho. É muito difícil para nós mães gerir todas as tarefas - tratar do filhos, ser profissional, doméstica, esposa e mulher. E na maioria das vezes a parte que é afectada é a "esposa" pois chegamos ao fim do dia estafadas e com a cabeça feita em água.

Ainda hoje o meu filho com 4 anos eu continuo a travar esta batalha comigo mesma e tento educar me e lembrar me que aquele homem que está ali precisa de um pouco do meu amor e da minha atenção.

Não é fácil e falho uma e outra é outra vez. Se me sinto frustrada?? Claro!! Afinal aquele foi o homem com quem escolhi passar a minha vida, que está ao meu lado em todos os momentos e que me ajuda todos os dias a proporcionar um lar equilibrado e feliz ao meu filho.

 

Nunca tiveram aquela sensação de que com a chegada da maternidade o desejo se perdeu pelo caminho? Muitas vezes tenho essa sensação e essa noção... E é contra isso que luto, e contra o cansaço.

Uns dias ganho outros perco mas o importante é tentar!!

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Mãe

Ser mãe nem sempre é uma escolha, nem sempre é fácil!

Ser mãe é uma sucessão de escolhas difíceis.

Somos muitas vezes julgadas, apontadas e criticadas pelas decisões que tomamos para nós e para os nossos filhos.

Seja a nossa decisão de amamentar, seja a epidural ou o facto de escolher uma cesariana há sempre alguém pronto para nos apontar o dedo, para dizer que não deves fazer isto ou aquilo.

Tudo isso aliado ao facto de estarmos mais sensíveis e cheias de dúvidas muitas vezes fazem com que tenhamos dúvidas se somos mesmo capazes, se vamos ser bem sucedidas.

Não, nem sempre vamos ser bem sucedidas e nem sempre vamos tomar as melhores decisões.

Mas aquilo que temos mesmo que ouvir é a nossa voz interior e seguir o nosso instinto.

 

O mundo e as suas opiniões valem o que valem e nem sempre estão corretos.

 

Se tu mesma, e acredita em ti, nas tuas capacidades e no teu poder como mãe mas sobretudo como MULHER.

 

MATERNIDADE É AMOR

 

Texto de: Ana Rita Garcia

 

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|| Desafio || O meu parto... a bebé que não queria nascer

Nenhum idioma é capaz de expressar a força,

a beleza e a capacidade de amar de uma mãe.

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Olá a todos hoje é dia de conhecer-mos mais uma mamã - a Andreia autora do blog Miss Blanche Cérise e a sua princesa Luísa.

 Eu sei que fiz cesariana mas não me sinto menos mãe por isso!

 

Fiquei internada na 5ª feira, dia em que terminava o tempo previsto pela médica, e tudo indicava que o parto fosse provocado. A minha médica assistente nas últimas consultas (que fiz quase dia sim, dia não nos últimos tempos e fazia ecografias e ctg) dizia-me sempre que a miúda ia ser grandinha e nas duas ecografias no hospital também confirmaram isso, por isso a indução do parto começou na 5ª. 
Eu não sabia muito bem como é que isso se processava, mas sabia que podia ser local (no colo do útero) ou geral (através da corrente sanguínea) e na altura a parteira perguntou-me como é que eu queria que fosse e explicou-me as diferenças e que os comprimidos no colo do útero costumam ter uma reacção mais rápida e é mais fácil para a mãe. Lá fácil foi, rápido é que nem por isso! Deram-me 4 comprimidos entre 5ª à tarde e sábado de manhã e nada de contracções nem dores nem coisa nenhuma. Quase que parecia que estava em algum hotel a descansar... 
No sábado à tarde lá mudaram de medicação, e as contracções lá foram aparecendo mas ainda assim nada de muito difícil de aguentar. Percebi que o parto ia acontecer em breve, mas ainda teria de aumentar a intensidade das contracções e bastante. O meu marido esteve lá comigo no sábado o dia inteiro, mas às 11 e tal da noite mandei-o para casa porque estava tranquila e as contracções eram fracas e muito espaçadas. Deitei-me e dormi. Até à 1.15, hora em que me rebentaram as águas (a parteira bem me tinha dito que o último comprimido que me deram fazia efeito em 24 horas, mas normalmente era muito menos) . Continuava sem dores mas as contracções já eram mais espaçadas. Chamei a parteira e fui para a sala de parto. Ela fez-me o toque e ficou preocupada porque o líquido amniótico tinha uma cor estranha e disse-me que íamos controlar os batimentos cardíacos para ver se estava tudo bem, porque se houvesse alguma coisa diferente do normal, teria de ser cesariana.
As horas foram passando (entretanto o marido apareceu no hospital para me dar apoio e pôde estar comigo sempre mesmo tendo sido cesariana) e as contracções foram aumentando e estavam no ritmo já muito avançado mas não havia meio de fazer a dilatação. O CTG também apontava para que a bebé estivesse em sofrimento, portanto não houve outra solução do que partir para a cesariana. Entre me confirmarem que teria mesmo de ser cesariana e a Luísa nascer, passou no máximo 1 hora!
Saí da sala de parto e fui na maca para a sala da cirurgia. O pai mudou de roupa e esteve sempre ao meu lado a agarrar-me a mão e a fazer-me festinhas e foi espectacular, mesmo estado eu um bocado atordoada por causa da epidural! A cesariana foi rapidíssima e não senti nada, só sentia a cabeça estranha. Não ouvi o primeiro choro da Luísa, mas quando percebi que ela tinha nascido e o pai a trouxe embrulhadinha numa toalha e ma mostrou chorei, chorei, chorei... Não conseguia quase falar (e estou aqui a escrever isto e tenho as lágrimas a querer saltar!)e estava emocionada como acho que nunca estive na vida! Nunca me tinha sentido tão vulnerável e tão frágil, mas ao mesmo tempo tão feliz e tão forte por saber que tinha acabado de ter a minha primeira filha, o pequeno-grande amor da minha vida! Nasceu às 6.24 do dia mais feliz da minha vida, dia 28 de junho de 2015!

É tudo tão mecânico e ao mesmo tempo tão animal isto de parirmos os nossos filhos! Eu sei que fiz cesariana mas não me sinto menos mãe por isso! Não a tive de forma natural, mas é a minha filha e saiu de dentro de mim na mesma! Sei que na altura fiquei um bocadinho triste (quando tive tempo para pensar nisso!) e a parteira até me perguntou se eu tinha percebido porque é que tinha sido cesariana. É claro que percebi e para o bem da minha filha, farei sempre tudo o que for preciso! Seja como for e tenha eu os filhos que tiver, acho que o parto é sempre a experiência mais transcendente da nossa vida de mulheres!
 O pai foi o primeiro de nós os dois a pegar na cerejinha e até lhe cortou o cordão umbilical e foi ele que a deitou no meu peito logo a seguir a me terem cosido para ela mamar. Estivemos assim mais de duas horas, eu e ela no meu peito e o pai ao nosso lado a conversar comigo e os dois a falarmos com a nossa filhota e a adorarmos o milagre que criámos (ai... cá estão as lágrimas outra vez!) e entretanto ele ligou aos nossos pais para dar a notícia e também disse ao irmão e à minha irmã. Foi histeria total!

Regressei à sala de partos já a manhã ia alta e aí começou a aventura que é a maternidade!

A Andreia escreveu este texto em Setembro de 2015 no dia em que a sua cerejinha fez 3 meses com a seguinte mensagem 

Filha, hoje fazes 3 meses (como é que possível já ter passado este tempo todo?) e para não comemorar, nada melhor que escrever sobre o momento mágico que foi o teu nascimento!

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 Porque não há nada melhor que um abraço de mãe e filha/o aqui deixo o meu muito obrigado à Andreia por me ter deixado "roubar" a sua história - que seja sempre assim felizes e unidas para toda a vida. 

 

 

 

 

|| As mães gostam || Transpulmina Infantil

Olá mamãs e papás hoje venho falar-vos de um produto que se usa (e abusa) lá em casa.

Falo-vos da Transpulmina Infantil 

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 Para quem não conhece a transpulmina é uma pomada que se aplica no peito, costas e palmas dos pés dos bebés e crianças quando estão com tosse.

 Utilizo no meu pequenino desde os 4/5 meses sempre que ele tem alguma crise de tosse e tem sido uma grande ajuda.

 

 

Modo de utilização:

Coloco uma pequena noz (mesmo muito pequena) no peito e costas e à noite coloco também nas palmas dos pés e coloco umas meias 

Não exagerar na quantidade utilizada

 

O que é a Transpulmina Infantil?

 

Transpulmina está indicada no tratamento de doenças inflamatórias das vias respiratórias: Tosse, situações gripais e catarros agudos ou crónicos (bronquite).

Transpulmina Infantil tem como princípios activos a cânfora e o eucaliptol, estas substâncias fluidificam a expectoração e facilitam a desobstrução das vias respiratórias.

 

Eucaliptol: Pode demonstrar-se uma melhoria da depuração mucociliar nos doentes. Em concentrações terapêuticas o eucaliptol inibe a produção de citoquinas pelos linfócitos, o que tem um efeito na hipersecreção de muco. Tem também um efeito secretolítico, principalmente devido a uma estimulação direta na mucosa traqueal e brônquica.

Cânfora: Se aplicado topicamente, a cânfora atua como rubefaciente e analgésico ligeiro. Atua como espasmolítico e expetorante. 

 

 

 

 

|| Desafio || O meu parto... A bebé vaidosa

Sou mulher , sou guerreira...
Aquela que nunca tomba
pelas armadilhas da dor...
Sou guerreira, sou mulher...
com coragem e certeza,
vou descobrindo meu valor...

Irma Jardim

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 Olá hoje temos uma história da Cristina, mais conhecida pela Osa também ela veio aqui contar-nos a experiêcia dela

 

A bebé estava toda enrolada no cordão umbilical

 

 

Eu a cerca de um mês do parto já sabia que iria ter uma cesariana. A miúda sentou-se e não “arredou pé” até a irem lá buscar, literalmente! No dia 13 ou 14 de Outubro marcamos o dia. Dia 30 de Outubro de 2015 seria o dia mais feliz da minha vida (a não ser que algo antecipasse).

Pronto, assim foi, no dia 30 de Outubro eu tinha que estar no hospital às 8:00 da matina e lá estive. Eu fui seguida pelo meu médico de família que pertence ao distrito de Braga, mas a minha área de residência atual pertence ao distrito de Aveiro, por isso “caí tipo de para-quedas” no Hospital em Aveiro. Sendo esta situação excecional, tive que dar entrada nas urgências, como de uma urgência se tratasse e depois era encaminhada para a maternidade. Com isto andei um pouco “desamparada” e esfomeada, já que estava em jejum desde as 22:00 do dia anterior. Lembro-me de estar sentada nas urgências, já passado mais de meia hora da hora marcada e vejo uma enfermeira da maternidade a perguntar por mim. Expliquei-lhe a situação e ela disse que ia tratar das coisas para eu dar entrada. Já passava das 9:00 quando me levaram para a maternidade, para a cama que seria minha nos próximos 3 dias, pelo menos. Colocaram-me a soro e disseram-me que tinha dado entrada uma grávida de urgência, por isso eu teria que aguardar, mas agora já estava deitadinha e monitorizada, para saber se eu e a bebé estávamos bem. Passadas 2 horas tinha sido outra urgência e ainda mais outra…eu só sonhava com comida ou até um chá…ai que fome que eu passei!!! Ele também passou alguma, com receio que me chamassem nem descia para comer. Até que a enfermeira nos disse que estávamos com “azar” porque iam fazer uma quarta cesariana de urgência…SÉRIO?????? Foi só nesse dia ou há sempre assim tanta cesariana de urgência!!?!? Eu não estava mal, a bebé também não, não tinha dores, mas a ansiedade começava a ser cada vez maior e a FOME, ai meu deus, a FOME que eu tinha… Eram 5 horas e finalmente fez-se LUZ, vi aquela enfermeira carinhosa a sorrir e a dizer as palavras mágicas, CHEGOU A SUA VEZ!

Nem queríamos acreditar, mas o medo e a felicidade invadiram o nosso olhar…era um misto de sentimentos, posso sentir tudo outra vez ao me lembrar. Na altura ainda não deixavam o Pai assistir, por isso custou-me despedir d’Ele antes de atravessar a porta que me levaria ao bloco. Entro e estava lá a equipa a preparar tudo para me receberem. Eram só mulheres, bem novinhas e muito bem dispostas. Falaram de tudo e sempre que não percebia alguma coisa, repetiam tudo de novo. Era chegada a hora de “subir o pano” e lembro-me de sentir um enjoo tão grande que só tive tempo de dizer e a anestesista que estava ao meu lado, virou-me a cara para o meu lado esquerdo e só passou disso, uma vontade. Lembro-me de ouvir um barulho diferente, parecia que tinha entrado mais gente e de repente senti uma espécie de frio ao fundo da barriga e tudo começou. Elas falavam entre si e o meu plano de visão era a anestesista a olhar por cima do pano e ver tudo o que se passava, e ia fazendo o relato tanto quanto possível. Lembro-me de ouvir uns “Eh lá, ui ui” e a anestesista diz “ duas??” eu lembro-me de arregalar os olhos e perguntar “Duas o quê doutora”, ela sorriu e diz “ duas voltas ao pescoço, ou pensava que seriam duas crianças”, confesso que pensei sim!!! A bebé estava toda enrolada no cordão umbilical, elas até a chamaram de “vaidosa” porque tinha “duas pulseiras e dois colares”. Confesso que fiquei um bocado preocupada quando me explicaram o  que significava dois colares, são duas voltas ao pescoço do cordão umbilical. Mas a bebé estava bem, pelos vistos, já a ouvia a chorar, eram 17:20 quando nasceu, mas não a vi, levaram-na logo para a vestir porque com as voltas e mais voltas passou muito tempo e precisava ser aquecida. Foi estranho, saber que ela já tinha nascido, mas eu não a via…a anestesista foi impecável e ia me sempre tranquilizando dizendo que estavam a fazer sinais que estava tudo ok. Enquanto isso iam me “limpando por dentro”, senti tipo um aspirador e isso sim, custou e muito, até perguntei se era normal! Foi quando percebi que seria a placenta a sair…credo que sensação horrorosa. Foi o pior que senti no bloco, confesso, porque dores, népia! Também passei por um momento “típico” de filme, quando oiço alguém dizer: “Só tenho 9 compressas” e de repente sinto que tudo parou, as mãos que me estavam a “fechar” pararam e senti o ar a gelar…foram só segundos, mas não consigo esquecer aquele suspense, até que uma voz ao fundo se fez ouvir “foi uma com a bebé” e o ritmo voltou ao normal com o mesma rapidez que parou. Mas que foi uma autêntica cena de filme/série lá isso foi.

Passado um tempinho, lá apareceu a bebé mais maravilhosa, mas com o olhar franzido do tipo: “ A sério, é esta a mulher que vou chamar de mãe?”  Nunca mais me esquecerei daquele olho franzido!!!

Não, não chorei, como tantas vezes imaginei, aliás tanta coisa que imaginámos e depois é tudo diferente.

Foi o momento mais feliz da minha vida, sem dúvida.

Com este sentimento novo senti uma descarga de adrenalina tão grande que comecei a tremer sem parar. Fui coberta com mantas e mais mantas, mas não conseguia parar de tremer. Saí do bloco a tremer como nunca tremi, era tão estranho, até a voz era trémula. A bebé foi levada ao colo por uma enfermeira e quando atravessamos a porta em direção aos quartos, vi o Pai a dirigir-se para a filha (reconheceu-a pelo gorro), eu vinha deitada na cama, mais atrás.

Fomos para o recobro e aí sim, senti uma dor que até hoje me aterroriza. A apalpação na barriga para perceberem se o “útero estava a ir ao sitio”(não sei o termo clinico). Credo, que medo. Primeiro foi a enfermeira, eu agarrei-lhe a mão e tirei-a, ela não achou muita piada…mas lá me desculpei. O pior foi quando ela me disse que tinha chamar a doutora para ver e repetir aquela tortura…sim aquela apalpação ainda me traz pesadelos!!!

Sei que já vai longo o texto, mas quero agradecer a oportunidade, pois sempre gosto de “reviver” o momento mais feliz da minha vida!“

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  Daqui fala a Osa, mas qual delas... 

Neste caso...as duas Osa e Osinha na fit(eza).

Que caminhem sempre assim lado a lado no bom momentos e nos momentos de exercicio fisico . Obrigada Osa pelo testemunho.

|| As mães gostam || Purelan by Medela

Olá olá mamãs recentes e futuras mamãs - este post é para vocês - hoje venho falar-vos de um produto que usei após o nascimento do meu filho e que foi uma "lufada de ar fresco" para as minhas maminhas doridas.

 

O produto que falo é o Purelan da Medela e adorei pois nas primeiras vezes que amamentei os meus mamilos ainda muito sensiveis começaram logo a ficar doridos e gretados.

O processo de colcação é simples, basta apertar um pouco o mamilo para sair um pouco de clostro/leite e colocar o produto espalhando por toda a área do mamilo e em volta.

Fica-se quase de imediato com a sensação de que se tem uma camada de silicone pois quando seca cria uma camada que protege e hidrata o mamilo. 

O melhor?

Não necessita de se retirar o produto antes de dar mama pois o creme contém 100% de lanolina pura (cera de lã) e não possui quaisquer aditivos nem conservantes

 

Como se pode ver no site:

O creme para mamilos da Medela usa lanolina pura para ajudar a aliviar e a proteger os mamilos durante a gravidez e a amamentação. Foi dermatologicamente testado e é hipoalergénico, isento de perfume e de corantes.

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Sendo um produto natural também este pode ser usado no bebé caso tenha a pele seca ou assaduras.

Conheço também algumas futuras mamãs que usam ainda durante a gravidez para manterem os mamilos hidratados antes da hora H.

 

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Moda mamã - porque as mamãs também andam na moda

Olá mamãs, quem é que disse que ser mamã é sinónimo de não estar na moda?

Quando estamos grávidas é a única altura em que ter barriga é sinónimo de beleza por isso toca a aproveitar.

Deixo-vos aqui algumas ideias de peças bonitas, acessíveis e bastante fashion:

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 Camisola de amamentação - 19,99€ (H&M)

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 Camisola Decote em V - 14,99 (H&M)

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 Calças ganga grávida 16,09€ (Verbaudet)

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 Calças ganga cinza-claro - 22,99€ (Verbaudet)

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 Vestido pré-mamã - 19,99€ (H&M)

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 Vestido mesclado grávida - 24,99€ (H&M)

Vestido efeito ganga gravidez/amanetação - 17,99€ (Verbaudet)

Vestido grávida em camurça perfurada castanho-caro - 18,99€ (Verbaudet)

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 Leggins pré-mamã - 9,99€ (H&M)

 

 Soutien de amamentação Pack 2 - 19,99€ (H&M)

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 Vestido em malha - 29,99€ (H&M)

 

Baby blues e Depressão Pós parto - Por: Ana Vale

Lançámos o desafio à Ana Vale do blog Mulher, filha & Mãe para que ela nos desse mais algumas luzes das diferenças entre Baby Blues e Depressão Pós Parto.

Para que o texto seja mais leve e fácil de assimilar decidi repatrtir em duas pertes distintas:

 

  • Baby Blues - dia 20-12
  • Depressão Pós Parto - dia 27-12

Espero que gostem e que seja útil.

 

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 (Imagem retirada da Internet)

 Como tenho vindo a falar consecutivamente, existe um momento após o parto que pode vir a ser muito stressante, não só para a mãe, como para o pai, casal, e toda a família e amigos presentes.

A verdade é que ter um filho constitui-se, por si só, uma fase de transição para a mãe e restante família, uma vez que no geral todos acabam por ter de desenvolver e integrar um novo papel nas suas vidas: o de mãe, o de pai, o de avó, o de avô, o de tia, etc.

Não interessa o quanto se desejou este momento ou o quanto se ama esse filho. Tê-lo, pode também fazer chegar um momento menos esperado por todos, mais complexo e complicado de se lidar como o Baby blues, ou num pior cenário, a Depressão pós-parto.

 

Baby Blues Já falámos muito sobre este tema e iremos continuar a falar muito mais!

 

Acabam de ter o vosso filho e de acordo com o que é transmitido no geral, verbal e não verbalmente, é suposto que a celebração da chegada deste novo membro da família com os nossos amigos e família, seja uma máxima predominantemente, feliz.

Mas ao contrário de grandes festejos, muitas vezes só apetece chorar e isolar-se dos que a rodeiam (por exemplo). Muitos casais estão preparados para a alegria e celebração relativa ao nascimento de um filho, e não para a exaustão, ansiedade e choro que poderá também, caracterizar este período.

E embora muitos casais possam não estar preparados, estas repentinas e frequentes mudanças de humor são comuns (especialmente) nas mães que o foram muito recentemente. O Baby blues, que muitos também denominam por blues pós-parto, ou por melancolia/tristeza pós-parto não tem ainda uma tradução consensual. Tratase de uma condição benigna que se inicia nos primeiros dias após o parto, com duração de alguns dias a poucas semanas. É de leve intensidade e não requer, normalmente, o uso de medicação. De acordo com o descrito na literatura inicia-se cerca de 2 a 5 dias após o parto, tendo muitas vezes aqui o seu pico, podendo durar até 10 dias e/ou duas semanas, no máximo.

Uma das leitoras do blogue ao partilhar a sua história refere exatamente quando começou a sentir que algo não estava bem consigo. A Dora refere que ainda em internamento não aguentou a angústia que sentia e desatou a chorar, aparentemente sem motivo. Num pedaço da história que me escreveu referiu que “No terceiro e último dia de internamento não aguentei mais, tive uma senhora crise de choro, chorei desesperadamente sem saber porquê”.

Algo que acontece com muita frequência. O Blues pós-parto é uma fase descrita por muitos clínicos como de ‘perfeitamente natural’, uma vez que se revela expectável face ao momento de reajuste parental e familiar característico do momento. Contudo, se os sintomas não desaparecem após algumas semanas ou se se intensificam, poderá estar a desenvolver-se, num pior cenário, uma depressão pós-parto.

Estima-se que cerca de 20% das mulheres com Blues pós-parto, venha a desenvolver uma depressão pós-parto. Ou seja, só por aqui conseguimos compreender o quão importante é estarmos alerta para este estado, mesmo sendo considerado como de “expectável”, não se constituindo uma perturbação com necessidade de tratamento médico.

A grande maioria das mães numa fase recente da maternidade experimenta pelo menos alguns sintomas decorrentes deste, nomeadamente, crises de choro e/ou grande euforia repentinas, sensação de angústia, dificuldade em dormir (mesmo quando há possibilidade para o fazer), irritabilidade frequente, alterações do apetite, necessidade de isolamento social e problemas de concentração. Para terem uma noção, entre as mulheres que acabam de ser mães, aproximadamente 60% experiencia esta condição após o parto de acordo com dados lançados pela Direcção-Geral da saúde.

Com apoio familiar e profissional adequado, a mãe (que tem maior probabilidade de desenvolver este tipo de afeção do que o pai, embora existam atualmente alguns pais que também a desenvolvam), poderá voltar com confiança ao seu papel maternal. Aqui, o apoio e compreensão por parte do companheiro que está próximo da recém-mãe é fundamental!

Algo que é visivelmente asseverado pela Ana, uma leitora do blogue que decidiu partilhar connosco um pedaço da sua história e que relata que “tinha vergonha de dizer a alguém que não estava a aguentar, afinal, tínhamos tudo para estar felizes, uma bebé saudável que dormia e comia bem, condições sociais e económicas fora de serie. Não tinha coragem de falar sequer nisso, com pessoas que eu sabia terem passado bem pior que eu. Quando falei, comecei por minimizar os sintomas, mais uma vez por vergonha e por medo de me rotularem má mãe. Já estava no ponto de rotura e ainda assim não queria expor a verdadeira dimensão da depressão. Com tratamento, que ainda continua, melhorei e estou no bom caminho. Fui eu que em última instância desvalorizei a minha depressão. Aqui o papel do pai, dos avós, do círculo mais chegado foi muito importante para me tirar da espiral descendente. Estarmos todos bem informados e preparados, porque acontece (e não é raro), é essencial.”

Contudo, e caso se identifiquem com esta realidade que descrevo, convém estarem atentos ao tempo que este período predomina nas vossas vidas. Isto, pois se demorar mais do que 2-4 semanas, e/ou se os sintomas acima descritos forem intensificando/piorando, então convém procurar apoio especializado pois poderão estar perante uma Depressão pós-parto. Este tipo de depressão pode interferir não só com o bem-estar maternal/parental/casal, como com a capacidade para os últimos cuidarem do bebé, sendo por isso, extremamente importante que se tenha ajuda imediata.

 

Obrigada desde já à Ana 

 

Header original da Mula com ilustrações de Inslee Haynes e Emily Donald

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