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Mães mais que [im]perfeitas

30-08-2013 o dia mais feliz da minha vida

Já lá vão 4 anos numa linda sexta-feira de sol.

A esta hora estava eu à porta da Maternidade Alfredo da Costa com o meu marido, a minha cunhada e a minha mãe.

Estávamos todos à espera das 8:30h para abrirem a porta. 

O Francisco estava pélvico e por esse motivo teve que ser uma cesariana marcada já estava eu bastante perto das 40 semanas - e nada de sinais de parto, o puto estava a gostar do quentinho.

 

Quando finalmente a porta se abriu fui encaminhada para uma sala onde me despi (vieram confirmar se a depilação estava em ordem - tudo all right) fiz uma ultima ecografia de confirmação - pois caso ele tivesse dado a volta ainda havia a hipótese do parto normal #sóquenão lá estava ele acomodadinho e muito bem sentadinho a dormir.

Fui posta a soro e mandaram-me aguardar numa salinha ao pé da sala dos CTG's e a mim juntaram-se mais três mamãs, todas elas com indicações para cesarianas por variados motivos.

 

Houve entretanto uns atrasos e tal, a equipa que me ia assistir teve que fazer duas cesarianas de urgência e o tempo foi passando ali nós as três mais os três respectivos - nós a falar muito muito dos nervos e eles nem se ouviram.

 

Ás 11:20h finalmente veio uma enfermeira chamar a D. Ana Rita Mendes (aí é que a porca começou a torcer o rabo) e o acompanhante para a seguirem.

E lá fomos nós os dois sem dizer uma palavra atrás da auxiliar que após uma dúzia de passos nos mandou entrar numa segunda sala (desta vez cor ar de sala de espera) na qual o meu esponjo foi informado que iria aguardar até à ida para o recobro.

Beijinho aqui, não tenhas medo para ali, ah e tal vai correr tudo bem e lá ficou ele ali na sala enquanto eu fui encaminhada por umas portas automáticas para a sala de operações (sim porque é isso que é) - passei por uma zona onde depois soube que era onde faziam os testes de apgar, limpavam e vestiam os bebés enquanto a mãe estava a ser fechada (sim é assim que dizem).

 

Como estava bem e andava pelo meu próprio pé e tal, a auxiliar mandou-me subir umas escadas e sentar-me numa maca para levar a anestesia. Veio um rapaz ter comigo com um grande sorriso (muito leitoso) e disse-me:

 

- Olá tá tudo bem? Então nervosa? 

(e eu só conseguia acenar com a cabeça, a minha língua tinha desaparecido por milagre)

- Não esteja eu vou estar sempre ao seu lado, vai correr tudo bem! Quer ver o que lhe vou fazer?

(mais um aceno de cabeça afirmativo)

E ele mostrou-me um tabuleiro com agulhas, seringas, frasquinhos de anestesias e tudo o mais.

"Isto é tudo para mim??!!" pensei eu mas não me pronunciei...

- Vá agora que já viu tudo vamos lá anestesiar e tirar esse rapazão cá para fora.

Mandara-me colocar a barriga entre as pernas e agachar-me o máximo possível - mesmo sem dores é uma tarefa complicada - e lá me deram a epidural e a anestesia, colocaram o cateter no meu ombro e mandaram-me voltar a pôr-me direita.

Passados 2 ou 3 minutos o rapaz disse - Então sente-se bem? 

Disse que sim porque na realidade tirando o facto de sentir as costas pegajosas da quantidade exorbitante de betadine que tinham estava tudo OK.

- Eu vou fazer um pequenino teste para ver se a anestesia já está a fazer efeito e você diz-me o que sente.

Ele tinha um borrifador na mão e primeiro borrifou-me a coxa e eu disse "muito quente" depois a cintura "morna" conforme me borrifou um braço...a água estava fria.

- Vá agora mãe, vamos lá deitar.

Aí é que foi cómico, era eu a dar o comando às pernas para elas funcionarem e NADA nem um movimentozinho.

 

Com a ajuda de mais uma auxiliar colocara-me na mesa e prenderam-me os pulsos às grades ao que eu perguntei o porquê, o anestesista muito simpático:

- Não é que seja o seu caso mas, há mulheres que quando sentem aquilo que as medicas vão fazer (corte) têm tendência a ir com as mãos à zona e isso é muito perigoso.

 

Ok compreendi e aceitei. Ele passou o tempo todo do "Corte" à minha cabeceira a fazer-me festinhas e a falar comigo.

Quando começaram a tirar o bebé ele disse - Como a mãe se portou tão bem, quer ver o seu filho a nascer?

- CLAROOOOOO!!!

Então ele baixou o pano que estava colocado na zona da minha cintura e eu vi as duas médicas:

Uma a agarrar o bebé por uma perna e ombros e a outra com a mão dentro da minha barriga a "desencaixar" a cabeça que estava na zona das minhas costelas.

Quando o tiraram totalmente já ele vinha de goelas abertas a chorar e assim que o pousaram em cima da minha barriga fez logo um cócó e xixi para das as boas vindas ao mundo eram 11:39h com 47cm e 2,800kg

A enfermeira trouxe-o enrolado numa manta para eu lhe poder dar um beijinho e vê-lo

- Enfermeira, ele...

- Esteja descansada mãe, está tudo no sítio é perfeitinho.

E levaram-no para dentro para fazer o que tinham a fazer enquanto eu era cozida e limpa.

 

Quando saí da sala já com o meu piolho nos braços estava o meu marido no corredor entre a sala de operações e o recobro à espera - choramos os dois juntos, tira-mos umas fotos a 3 (as primeiras) e lá fui eu para o recobro dar de mamar ao meu pequeno tesouro.

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 (Primeira foto em casa com 4 dias)

 

 

Petição // Contra o peso excessivo das mochilas escolares em Portugal

Olá a todos/as, já não é novidade nem de hoje nem de ontem o mal que faz ás crianças o peso das malas seja pelo transporte de manuais, cadernos, estojos e equipamentos de Ed. Fisica.

Já no meu tempo de escola os pais reivindicavam cacifos para que se pudesse deixar os manuais em segurança na escola - dos quais a falta era justificada por poucos cacifos para muitas crianças e a necessidade de os manuais acompanharem os alunos para que os mesmos fizessem os TPC.

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Ora vejamos os estudos que foram realizados:

O estudo revelou que 53% das crianças que participaram no estudo transportavam mochilas com uma carga acima do recomendável pela Organização Mundial de Saúde, isto é, superior a 10% do seu próprio peso. (...)

(...) 61% dos estudantes com 10 anos transportavam cargas excessivas, o mesmo acontecendo a 44% com 12 anos. Independentemente da idade dos alunos, o estudo acrescentou que a percentagem de mochilas com peso a mais era maior nas escolas privadas do que nas públicas.

Após este estudo, realizado no final do ano letivo de 2003, a DECO / Proteste apelou ao Ministério da Educação de então, às escolas e às editoras, que fossem unidos esforços no sentido de reverter esta situação.

13 ANOS DEPOIS…
Passaram 13 anos desde este estudo. 13 anos em que nada mudou. 13 anos em que a realidade continua igual ou pior. 13 anos em que o peso excessivo continuou, com implicações na saúde das crianças. Não estará na mesma, talvez, a maior consciencialização e sensibilização através dos meios de comunicação social, pois a cada ano letivo surgem novos alertas sobre esta situação. Mas todos sabemos que isso não é suficiente.

  •  o ano de 2009, uma tese de mestrado realizada no âmbito do curso de Engenharia Humana, da Universidade do Minho, revelou que quase dois terços dos alunos se queixavam de dores por causa do peso que carregam.
  • A campanha “Olhe pelas Suas Costas”, criada em 2013, pela Sociedade Portuguesa de Coluna Vertebral, com apoio científico de associações de doentes e sociedades médicas portuguesas, (...) A campanha alerta para o facto de as dores nas costas afetarem 600 milhões de pessoas e de, em Portugal.
  • A campanha alerta para o facto de as dores nas costas afetarem 600 milhões de pessoas e de, em Portugal.

(...) As crianças que transportam hoje mochilas muito pesadas começam cedo a ter problemas de coluna, sendo alguns dos mais conhecidos, a hiperlordose lombar, a hipercifose torácica, a escoliose, as hérnias discais, entre outras ocorrências.

Os signatários desta Petição Pública solicitam a intervenção da Assembleia da República, legislando sobre esta matéria, com caráter de urgência, de modo a resolver este grave problema de saúde pública, tendo em conta as seguintes propostas:

1 - Uma legislação, com carácter definitivo, que veicule que o peso das mochilas escolares não deve ultrapassar os 10% do peso corporal das crianças, tal como sugerido por associações europeias e americanas.

2 - A obrigatoriedade de as escolas pesarem as mochilas das crianças semanalmente, de forma a avaliarem se os pais estão conscientes desta problemática e se fazem a sua parte no sentido de minimizar o peso que os filhos carregam.
Para tal, cada sala de aula deverá contemplar uma balança digital, algo que já é comum em muitas escolas, devendo ser vistoriada anualmente.

3 - Que as escolas públicas e privadas de todo o país disponibilizem cacifos para que todos os alunos consigam deixar alguns livros e cadernos, de modo que possam deslocar-se entre as suas casas e a escola com menos peso.

4 - Podendo existir a opção de os alunos utilizarem o suporte digital, segundo o critério de cada escola, exigir às editoras responsáveis pela produção de manuais escolares o seguinte:

4.1 – Que criem livros/manuais escolares com papel mais fino, de gramagem menor, ou divididos em fascículos retiráveis segundo os três períodos do ano;

4.2 - Que os conteúdos dos livros/manuais escolares sejam o mais concisos e sintéticos possível, de modo a diminuir o volume e o peso dos mesmos.

Podem ler o texto na integra AQUI e Assinara petição 

 

Porque como diz o autor do texto - e bem - as crianças de hoje são os profissionais de amanhã.

 

 

 

Pai [Im]perfeito - Mário

Olá, hoje volto com a rubrica dedicada aos papás na qual eles partilham a sua opinião sobre a paternidade.

O meu convidado de hoje é alguém que conheci aqui na blogoesfera e que já tive o enorme prazer de conhecer pessoalmente. Aqui fica o testemunho dele:

Alimentação // Conselhos

Olá mamãs, hoje o tema é alimentação - durante as próximas semanas irei colocar aqui algumas dicas/tabelas e receitas para mamãs e filhos com indicações nutricionais para cada faixa etária.

alimentar-se-da-maneira-correta-antes-da-gravidez-

 

 É importante manter um peso saudável antes e durante a gravidez. O aumento médio de
peso durante os 9 meses de gravidez deverá estar entre os 11,5 e os 16 kg. Se
tiver excesso de peso deverá engordar um pouco menos durante a gravidez.
Em todo o caso, caso tenha dúvidas sobre o seu peso, deverá sempre
aconselhar-se junto do seu profissional de saúde.


ÁCIDO FÓLICO
É o nutriente mais importante a incluir antes da conceção e durante as
primeiras 12 semanas de gravidez. Os folatos podem contribuir para o
crescimento dos tecidos maternos durante a gravidez, assim deverá consultar
o seu profissional de saúde sobre a possível utilização de um suplemento de
ácido fólico durante as primeiras 12 semanas. Podendo incorporar ainda na
sua alimentação o consumo de vegetais de folhas verdes, bem como
alimentos enriquecidos com ácido fólico, tais como alguns leites e cereais.


FERRO
É um nutriente essencial para o desenvolvimento cognitivo normal do bebé,
contribuindo também para a formação normal de glóbulos vermelhos
durante a gravidez. Deve tentar consumir alimentos ricos em ferro duas vezes
por dia, durante a sua gravidez. Os alimentos ricos em ferro incluem: carne
vermelha, ovos, frutos secos e vegetais de folha verde.


CÁLCIO
É essencial para o desenvolvimento normal dos ossos do seu bebé e para
manter os seus próprios ossos fortes e saudáveis2. A melhor fonte de
cálcio é a que se obtém através do leite e produtos derivados do leite, tais
como o iogurte e o queijo. Outras fontes de cálcio incluem os espinafres,
peixe enlatado e sementes.


VITAMINA D
Ajuda o seu corpo a absorver o cálcio e ajuda a construir as reservas de
vitamina D do seu bebé, por isso procure incluir na sua alimentação
alimentos como peixes gordos, ovos ou leites enriquecidos.


ÓMEGA-3
O ácido docosahexaenóico é um tipo de ácido gordo que contribui para
o desenvolvimento cerebral e visual normal do bebé. Tente incluir peixes
gordos na sua alimentação uma ou duas vezes por semana, tais como
salmão, cavala, truta ou arenque. Outras fontes de ácidos gordos
ómega-3 incluem sementes, como por exemplo as de abóbora ou
sésamo.

 

 IODO

O iodo tem como função fundamental a biossíntese das hormonas tiroideias (T3 e T4 – triiodotironina e tiroxina, respetivamente), as quais desempenham um papel muito importante no crescimento e desenvolvimento dos nossos órgãos, e principalmente do cérebro.

Boas fontes de iodo são as algas, peixe, leite e derivados e alguns hortícolas.

No entanto, a quantidade de iodo presente nos vários alimentos é muito variável, dependendo de vários fatores, pelo que é difícil estimar o aporte de iodo através da alimentação.

 

Nota importante: os conselhos nesta página referem-se a conselhos generalizados e proveninetes da internet e/ou experiências pessoais relativos à gravidez. Por favor aconselhe-se sempre com o seu médico ou especialista.

Baixa por assistência aos filhos

Olá a todos, hoje venho falar-vos de algo bastante importante e que normalmente não há grande informação.

A baixa por assistência aos filhos é atribuída aos pais que necessitam de se ausentar do local de trabalho para prestar a devida assistência aos filhos em caso de doença ou acidente.

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Quando se opta por este tipo de baixa, a mesma é passada pelo médico de família e deve indicar o período de dias de assistência.

O pagamento da mesma é feito a 65% e para calcular deve dividir-se o total das remunerações dos primeiros seis meses civis por 180 - não contabilizando subsidio de ferias e natal.

 

A baixa médica para assistência a filhos pode durar até 30 dias por ano, sejam eles tirados de forma seguida ou alternada, mas este número pode variar consoante a idade do menor.
  • Para filhos menores de 12 anos: a baixa é de 30 dias seguidos ou alternados.
  • Para filhos maiores de 12 anos: a baixa é de 15 dias seguidos os alternados.

 

Só terá direito a esta baixa quem cumprir os seguintes requisitos:

  • Não ter dívidas à Segurança Social
  • Exercer uma actividade profissional
  • Ter no mínimo 6 meses de descontos para a Segurança Social

Informação retirada daqui.

Baby blues e Depressão Pós parto - Por: Ana Vale

Olá mamãs, hoje trago-vos a segunda parte do texto da Ana Vale que fala sobre a Depressão pós-parto.

Para quem não teve hipotese ou não viu - aqui está a primeira parte do texto.

 

Depressão-Pós-Parto-Causas-Sintomas-e-Tratamento

(Imagem retirada da Internet)

 

 A Depressão pós-parto é um problema sério que não deve ser ignorado ou menosprezado. De acordo com dados da Direcção-Geral de saúde acomete cerca de 12% a 16% das mulheres que são mães, levando a uma série de consequências para a mulher, casal e restante família a nível biopsicossocial.

No entanto, nem sempre é fácil para muitos distinguir entre Baby Blues e Depressão pós-parto. No início, uma depressão pós-parto pode ser semelhante ao Baby Blues. Afinal, ambas as situações partilham muitos sinais e sintomas, incluindo as alterações do humor, choro frequente, tristeza, insónia e irritabilidade.

A diferença está na severidade e maior duração da sintomatologia no caso da depressão pós parto. Exemplo de alguns sinais e sintomas típicos e que predominam aquando da presença de uma depressão pós-parto são:

 

 

 Falta de interesse/Interesse excessivo pelo bebé;

 Sentimentos negativos para com o bebé;

 Grande preocupação relativamente à incapacidade de cuidar do bebé;

 Falta de interesse em relação a si própria;

 Falta de energia e motivação;

 Tendência para o isolamento social, demonstrando pouca ou nula vontade em estar com a família e amigos;

 Sentimentos de inutilidade e culpa face ao seu papel materno;

 Alterações significativas de apetite e/ou peso;

 Dormir muito mais ou muito menos do que o habitual;

 Pensamentos recorrentes de morte, suicídio, e/ou uma grande vontade de fazer mal ao bebé.

 

Tal como relata a Maria, familiar de uma mulher que desenvolveu uma depressão pós-parto, e que partilhou a sua experiência connosco, a cunhada que há poucos dias tinha sido mãe “veio para casa e não olhava sequer para o bebe”, o que fez com que a Maria e a sua Mãe (a avó do bebé), na época, tivessem de se ter responsabilizado pelos cuidados ao respectivo, dado que a mãe não se encontrava em condições para tal.

A depressão pós-parto surge normalmente pouco depois do nascimento do bebé e desenvolve-se num período de vários meses, podendo ocorrer ao longo da gravidez até um ano após o parto. Tal como aconteceu com a Ana, uma leitora assídua do nosso blogue e que partilhou connosco a sua história:

“O ponto de ruptura foi perceber que passados 2 meses eu continuava a abanar a minha filha, gritava com ela com frequência, cheguei a gritar que a detestava. A seguir chorava imenso pelo mal que sabia que lhe estava a fazer, que ela não tinha culpa nenhuma. Custou-me muito admitir que fazia isto à minha filha, custou-me admitir a mim mesma, ao meu marido, ao resto das pessoas. Pensei que iria conseguir ultrapassar sozinha, mas não consegui. Decidi pedir ajuda médica e foi me diagnosticada depressão pós-parto.”

No entanto, em algumas mulheres os primeiros sinais só se tornam mais evidentes após vários meses de terem sido mães. Tal como aconteceu com a Joana, uma das leitoras do blogue que partilhou connosco a sua história referindo que

“A depressão começou a instalar-se e eu não me apercebi, até ao dia que a médica me pergunta se ele me ajudava comas tarefas e eu desato num pranto. Tinha o meu filho seis meses quando comecei a tomar anti depressivos”.

Para além disso, as causas da depressão pós-parto ainda permanecem pouco claras, contudo, são apontadas vários tipos de alterações a nível físico, psicológico e social.

FIM

 

Resta-me desde já agradecer á Ana Vale pela sua disponibilidade e ajuda neste campo do Baby Blues e Depressão pós parto - um tema tão importante e ainda tão pouco aprofundado.

 

Moda mamã - porque as mamãs também andam na moda

Olá mamãs, quem é que disse que ser mamã é sinónimo de não estar na moda?

Quando estamos grávidas é a única altura em que ter barriga é sinónimo de beleza por isso toca a aproveitar.

Deixo-vos aqui algumas ideias de peças bonitas, acessíveis e bastante fashion:

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 Camisola de amamentação - 19,99€ (H&M)

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 Camisola Decote em V - 14,99 (H&M)

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 Calças ganga grávida 16,09€ (Verbaudet)

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 Calças ganga cinza-claro - 22,99€ (Verbaudet)

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 Vestido pré-mamã - 19,99€ (H&M)

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 Vestido mesclado grávida - 24,99€ (H&M)

Vestido efeito ganga gravidez/amanetação - 17,99€ (Verbaudet)

Vestido grávida em camurça perfurada castanho-caro - 18,99€ (Verbaudet)

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 Leggins pré-mamã - 9,99€ (H&M)

 

 Soutien de amamentação Pack 2 - 19,99€ (H&M)

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 Vestido em malha - 29,99€ (H&M)

 

Baby blues e Depressão Pós parto - Por: Ana Vale

Lançámos o desafio à Ana Vale do blog Mulher, filha & Mãe para que ela nos desse mais algumas luzes das diferenças entre Baby Blues e Depressão Pós Parto.

Para que o texto seja mais leve e fácil de assimilar decidi repatrtir em duas pertes distintas:

 

  • Baby Blues - dia 20-12
  • Depressão Pós Parto - dia 27-12

Espero que gostem e que seja útil.

 

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 (Imagem retirada da Internet)

 Como tenho vindo a falar consecutivamente, existe um momento após o parto que pode vir a ser muito stressante, não só para a mãe, como para o pai, casal, e toda a família e amigos presentes.

A verdade é que ter um filho constitui-se, por si só, uma fase de transição para a mãe e restante família, uma vez que no geral todos acabam por ter de desenvolver e integrar um novo papel nas suas vidas: o de mãe, o de pai, o de avó, o de avô, o de tia, etc.

Não interessa o quanto se desejou este momento ou o quanto se ama esse filho. Tê-lo, pode também fazer chegar um momento menos esperado por todos, mais complexo e complicado de se lidar como o Baby blues, ou num pior cenário, a Depressão pós-parto.

 

Baby Blues Já falámos muito sobre este tema e iremos continuar a falar muito mais!

 

Acabam de ter o vosso filho e de acordo com o que é transmitido no geral, verbal e não verbalmente, é suposto que a celebração da chegada deste novo membro da família com os nossos amigos e família, seja uma máxima predominantemente, feliz.

Mas ao contrário de grandes festejos, muitas vezes só apetece chorar e isolar-se dos que a rodeiam (por exemplo). Muitos casais estão preparados para a alegria e celebração relativa ao nascimento de um filho, e não para a exaustão, ansiedade e choro que poderá também, caracterizar este período.

E embora muitos casais possam não estar preparados, estas repentinas e frequentes mudanças de humor são comuns (especialmente) nas mães que o foram muito recentemente. O Baby blues, que muitos também denominam por blues pós-parto, ou por melancolia/tristeza pós-parto não tem ainda uma tradução consensual. Tratase de uma condição benigna que se inicia nos primeiros dias após o parto, com duração de alguns dias a poucas semanas. É de leve intensidade e não requer, normalmente, o uso de medicação. De acordo com o descrito na literatura inicia-se cerca de 2 a 5 dias após o parto, tendo muitas vezes aqui o seu pico, podendo durar até 10 dias e/ou duas semanas, no máximo.

Uma das leitoras do blogue ao partilhar a sua história refere exatamente quando começou a sentir que algo não estava bem consigo. A Dora refere que ainda em internamento não aguentou a angústia que sentia e desatou a chorar, aparentemente sem motivo. Num pedaço da história que me escreveu referiu que “No terceiro e último dia de internamento não aguentei mais, tive uma senhora crise de choro, chorei desesperadamente sem saber porquê”.

Algo que acontece com muita frequência. O Blues pós-parto é uma fase descrita por muitos clínicos como de ‘perfeitamente natural’, uma vez que se revela expectável face ao momento de reajuste parental e familiar característico do momento. Contudo, se os sintomas não desaparecem após algumas semanas ou se se intensificam, poderá estar a desenvolver-se, num pior cenário, uma depressão pós-parto.

Estima-se que cerca de 20% das mulheres com Blues pós-parto, venha a desenvolver uma depressão pós-parto. Ou seja, só por aqui conseguimos compreender o quão importante é estarmos alerta para este estado, mesmo sendo considerado como de “expectável”, não se constituindo uma perturbação com necessidade de tratamento médico.

A grande maioria das mães numa fase recente da maternidade experimenta pelo menos alguns sintomas decorrentes deste, nomeadamente, crises de choro e/ou grande euforia repentinas, sensação de angústia, dificuldade em dormir (mesmo quando há possibilidade para o fazer), irritabilidade frequente, alterações do apetite, necessidade de isolamento social e problemas de concentração. Para terem uma noção, entre as mulheres que acabam de ser mães, aproximadamente 60% experiencia esta condição após o parto de acordo com dados lançados pela Direcção-Geral da saúde.

Com apoio familiar e profissional adequado, a mãe (que tem maior probabilidade de desenvolver este tipo de afeção do que o pai, embora existam atualmente alguns pais que também a desenvolvam), poderá voltar com confiança ao seu papel maternal. Aqui, o apoio e compreensão por parte do companheiro que está próximo da recém-mãe é fundamental!

Algo que é visivelmente asseverado pela Ana, uma leitora do blogue que decidiu partilhar connosco um pedaço da sua história e que relata que “tinha vergonha de dizer a alguém que não estava a aguentar, afinal, tínhamos tudo para estar felizes, uma bebé saudável que dormia e comia bem, condições sociais e económicas fora de serie. Não tinha coragem de falar sequer nisso, com pessoas que eu sabia terem passado bem pior que eu. Quando falei, comecei por minimizar os sintomas, mais uma vez por vergonha e por medo de me rotularem má mãe. Já estava no ponto de rotura e ainda assim não queria expor a verdadeira dimensão da depressão. Com tratamento, que ainda continua, melhorei e estou no bom caminho. Fui eu que em última instância desvalorizei a minha depressão. Aqui o papel do pai, dos avós, do círculo mais chegado foi muito importante para me tirar da espiral descendente. Estarmos todos bem informados e preparados, porque acontece (e não é raro), é essencial.”

Contudo, e caso se identifiquem com esta realidade que descrevo, convém estarem atentos ao tempo que este período predomina nas vossas vidas. Isto, pois se demorar mais do que 2-4 semanas, e/ou se os sintomas acima descritos forem intensificando/piorando, então convém procurar apoio especializado pois poderão estar perante uma Depressão pós-parto. Este tipo de depressão pode interferir não só com o bem-estar maternal/parental/casal, como com a capacidade para os últimos cuidarem do bebé, sendo por isso, extremamente importante que se tenha ajuda imediata.

 

Obrigada desde já à Ana 

 

Fashion for mammy - conforto II

Olá mamãs, esta semana venho ligeiramente atrasada mas cá estou para vos dar mais algumas dicas de acessórios para durante a gravidez e no pós-parto.

 

Meias de descanso são uma grande ajuda sobretudo para as mamãs que passam horas em pé e mesmo para as que estão sentadas pois proporciona sustentação à barriga. Também ajudam imenso no que toca ao conforto durante o dia pois aliviam as dores ligeiras sem qualquer grau de doença, como pernas pesadas e retenção de líquidos.

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Almofada de amamentação este acessório é bastante versátil e útil não só após o nascimento do bebé mas mesmo no durante e final da gravidez. No meu caso usei bastante a minha nos finalmente da gravidez como apoio de barriga durante a noite. 

Após o nascimento do bebé é útil não só durante a amamentação mas mesmo quando o bebé tem 1/2 meses para sentar o bebé. Para o meu pequeno foi uma das maneiras que encontrei de o manter e ensinar a sentar-se e ele adorava!

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 Leggigs de grávida em qualquer altura e em qualquer estação estas meninas vieram, viram e venceram. São um acessório que fornece o conforto da legging mais a faixa da barriga que ajuda a suportar o peso.Há para todos os gostos, feitios e tamanhos.

Num guarda roupa pré mamã são uma peça quase obrigatória e combinam com tudo. 

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Cinta pós parto com colchetes é essencial para quem quer voltar rapidamente à forma inicial. No meu caso tinha a cinta tubular que era bastante desconfortável e magoava-me imenso e por isso após algumas semanas apresentaram-me este modelo que é muito mais confortável e faz o mesmo efeito sem o desconforto da tubular.

Esta cinta vai-se ajuntando conforme a barriga vai voltando ao lugar e como não tem nem velcro nem a parte rígida acaba por ser mais confortável e mais discreta.

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Estas são as quatro peças que vos aconselho e que acho que são de enorme utilidade não só durante a gravidez mas após a mesma.

 

Header original da Mula com ilustrações de Inslee Haynes e Emily Donald

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